Trabalho em altura seguro, do dimensionamento à recertificação anual.
Ancoragem, linhas de vida, proteção contra quedas e resgate, dimensionados por engenharia e mantidos em conformidade ano após ano. Quem instala o sistema é quem recertifica.
Dimensionado por engenharia · NBR 14628 e 16325 · ISO 9001 · CREA-RJ · quase 30 anos
Em altura, o sistema é tão forte quanto a ancoragem.
Trabalho em altura é uma das principais causas de acidentes fatais no Brasil. E na maioria das quedas graves, o elo que falha não é o cinturão: é a ancoragem mal dimensionada ou um equipamento fora da validade de inspeção. A NR-35 exige que o sistema seja dimensionado por profissional habilitado e recertificado todo ano.
Equipamento sem inspeção válida não pode ser usado legalmente. Em caso de acidente, a empresa perde a cobertura do seguro e assume responsabilidade civil e criminal integral. Conformidade em altura não é um evento de compra, é um processo contínuo. É isso que a CONECT integra.
Os quatro elos de um sistema de proteção contra queda.
A NR-35 manda seguir a hierarquia de controle. Quando o sistema individual é necessário, ele se constrói em quatro elos integrados, cada um depende do anterior.
Ancorar com segurança
A ancoragem é o elo crítico. A ABNT NBR 14628/2020 e a NBR 16325/2024 exigem pontos que suportem no mínimo 15 kN, cerca de 1.500 kg, por trabalhador conectado, definidos por profissional legalmente habilitado (NR-35 Anexo II). O material define a vida útil: aço inox AISI 316 para ambiente costeiro e offshore, AISI 304 para indústria geral, galvanizado para ambientes internos.
Proteger contra a queda
Quando a proteção coletiva não é viável, o sistema individual entra. O trava-quedas retrátil trava em poucos centímetros e reduz drasticamente a força de impacto, ideal para movimentação vertical. O talabarte com absorvedor de energia exige espaço de queda livre suficiente abaixo do trabalhador. O talabarte duplo em Y garante que sempre haja um ponto conectado durante o deslocamento.
Mover-se no percurso
A linha de vida é a ancoragem que acompanha o percurso de trabalho. Horizontal para deslocamento lateral em coberturas e fachadas, vertical para subir e descer torres e silos, móvel para obras e manutenções temporárias. As forças geradas por uma queda exigem cálculo estrutural das ancoragens da linha (NBR 16325, EN 795 Tipo C).
Resgatar e evacuar com segurança
A NR-35 exige plano de resgate definido antes do trabalho: ninguém sobe sem saber como descerá em uma emergência. São dois cenários, e o descensor é a peça central dos dois. No resgate, o socorrista baixa a vítima com controle ou a iça antes de descer. Na evacuação, o próprio trabalhador desce de forma controlada e autorregulada de uma torre, fachada ou estrutura alta. O descensor automático regula a velocidade sozinho, o que torna a evacuação segura mesmo para quem não é socorrista.
Comprou o sistema? A conformidade só começou.
A NBR 14628/2020 e a NBR 16325/2024 exigem inspeção técnica anual de dispositivos anticaída, ancoragens e linhas de vida, por profissional habilitado, com emissão de laudo. Equipamento sem inspeção válida não pode ser usado. A CONECT recertifica com laboratório próprio: inspeciona, mantém, certifica e gerencia o acervo, para que você nunca seja pego com um equipamento vencido.
Inspeção, laudo e gestão do acervo. Resposta em até 4 horas úteis.
Por que integrar com a CONECT, não só comprar itens.
01
Engenharia, não venda de peça
Dimensionamos a ancoragem e a linha de vida para a sua estrutura, com profissional habilitado. O elo crítico calculado, não chutado.
02
Recertificação própria, conformidade contínua
Laboratório próprio para inspeção e recertificação anual (NBR 14628 e 16325). Quem instalou é quem mantém. Um fornecedor, não cinco.
03
Material certo para o ambiente certo
Aço inox AISI 316 para offshore e ambiente costeiro, galvanizado para interno. A escolha de material que reduz seu custo de manutenção no tempo.
Perguntas frequentes sobre NR-35.
O que é considerado trabalho em altura pela NR-35?
Toda atividade executada acima de 2 metros do nível inferior, onde há risco de queda. A NR-35 se aplica a qualquer empresa, de qualquer setor, que execute esse tipo de trabalho.
Qual a carga mínima que uma ancoragem precisa suportar?
A ABNT NBR 14628/2020 e a NBR 16325/2024 exigem que pontos de ancoragem para proteção contra quedas suportem no mínimo 15 kN, cerca de 1.500 kg, por trabalhador conectado. A ancoragem deve ser definida por profissional legalmente habilitado.
Com que frequência preciso recertificar linhas de vida e ancoragens?
A inspeção técnica é, no mínimo, anual, independentemente do material ou da aparência do equipamento, conforme NBR 14628/2020 e NBR 16325. Além disso, o trabalhador deve inspecionar visualmente o equipamento antes de cada uso.
Qual a diferença entre linha de vida horizontal e vertical?
A horizontal permite deslocamento lateral em coberturas e fachadas. A vertical permite subir e descer torres e silos com um trava-quedas deslizante que percorre o cabo. A móvel é portátil, para trabalhos temporários em coberturas.
Qual material de ancoragem usar em ambiente costeiro ou offshore?
Aço inoxidável AISI 316, recomendado até cerca de 5 km do mar, offshore, alimentício e químico. Para indústria geral, AISI 304. Para ambientes internos controlados, aço carbono galvanizado.
Trava-quedas retrátil ou talabarte com absorvedor de energia?
O trava-quedas retrátil trava em poucos centímetros e é melhor para movimentação vertical. O talabarte com absorvedor exige espaço de queda livre suficiente abaixo do trabalhador, de 4 a 6 metros conforme o modelo. Em altura baixa, verifique esse cálculo antes de escolher.
Qual a diferença entre resgate e evacuação de emergência em altura?
No resgate, um socorrista desce ou iça uma vítima que não consegue se salvar sozinha. Na evacuação de emergência, o próprio trabalhador desce de forma controlada de uma estrutura alta quando permanecer lá deixa de ser seguro, por exemplo em incêndio ou falha estrutural. O descensor automático atende aos dois casos porque regula a velocidade da descida sozinho.
O que acontece se eu não recertificar os equipamentos?
Equipamento sem validade de inspeção não pode ser usado legalmente. Em caso de acidente, a empresa perde a cobertura do seguro e assume responsabilidade civil e criminal. A fiscalização do MTE pode autuar e interditar a operação.
Precisa dimensionar um sistema de proteção contra queda ou recertificar seu acervo?
Nossa engenharia dimensiona a ancoragem, a linha de vida, a proteção individual e o plano de resgate e evacuação para a sua operação, sem custo. E recertificamos o que você já tem. Uma proposta, um fornecedor.

